jueves, 21 de enero de 2016

¿El tamaño importa? Estos son los países más dotados del mundo

Dicen que en realidad el tamaño del barco no importa, sino cómo navega el capitán. Al menos así se consuelan aquellos hombres a quienes la naturaleza no ha premiado con un miembro de grandes proporciones. Ahora, ¿sabías que hay países donde se concentran los hombres mejor dotados? Bueno, hoy te vamos a contar cuáles son los países en donde viven los hombres con los penes más grandes del mundo.


Países más dotados

Los hombres mienten cuando dicen que lo primero que le miran a una mujer son los ojos, casi que de la misma forma en la que las mujeres mentimos cuando decimos que no nos importa si nuestra pareja está bien dotada. El tamaño del pene depende de cada etnia, y hay ciertos países donde el órgano masculino es más grande que el promedio mundial, por ende, también allí hay pocas mujeres que mienten al momento de hablar de las dimensiones anatómicas de sus amantes.

Existe la creencia popular de que los hombres de etnia africana o afrodescendientes tienen los penes más grandes. Bien, pues es totalmente cierto.

En África se concentran los países que lideran el ranking en cuanto al tamaño del pene de sus habitantes. Dentro de los primeros cinco lugares, cuatro lo ocupan países africanos... 

1) República Democrática del Congo: 17, 93 cm 

2) Ecuador: 17, 77 cm

3) República del Congo: 17, 33 cm

4) Ghana: 17, 31 cm

5) Nigeria: 17 cm


En el ranking mundial del tamaño del pene, los latinoamericanos no se quedan atrás. Entre los 10 países con los hombres más dotados, Venezuela (16, 93 cm) está en el puesto 6 y Colombia (16, 75 cm) en el 8.

Por debajo de estas cifras, el resto de Latinoamérica y Centroamérica se distribuye de la siguiente manera:

11) Panamá: 16, 27 cm

12) Perú: 16, 03 cm

14) República Dominicana: 15, 99 cm

19) Cuba: 15, 87 cm 

24) Brasil: 15, 70 cm

25) Guatemala: 15, 67 cm

28) Uruguay: 15, 61 cm

31) Paraguay: 15, 53 cm 

32) Bolivia: 15, 51 cm

39) Costa Rica: 15, 01 cm

41) Honduras: 15, 00 cm

45) Argentina: 14, 88 cm

46) El Salvador: 14, 88 cm

Pasando los 50 nos encontramos con Chile (14, 59 cm) en el puesto 52. En Norteamérica, Estados Unidos (14, 15 cm) en el número 65 y México (14, 09 cm) en el 67. En cuanto a España, amigos, nuestras disculpas, pero España (13, 58 cm) ocupa el puesto número 86.

Estas medidas corresponden al largo los penes erectos, ya que si hablamos de circunferencia, la mayoría se traslada a Europa. Los cinco países con mayor promedio en cuanto a la circunferencia de los miembros masculinos son:

1) Francia: 13, 63 cm

2) Holanda: 13, 55 cm 

3) Nigeria: 13, 40 cm

4) Dinamarca: 13, 26 cm 

5) Australia: 13, 22 cm

Cuatro naciones donde predomina la etnia caucásica y solo una donde la gran mayoría de su población es africana. Por otro lado, en el top 10 del tamaño del pene según circunferencia, hay otros dos países latinoamericanos: Ecuador (13, 14 cm) y Colombia (13, 13 cm).


Países con los hombres menos dotados


Tal como existen estadísticas sobre las naciones donde el tamaño del miembro masculino es mayor, también hay números que acusan a aquellas naciones donde el pene del hombre tiene una longitud y circunferencia más acotadas. Naciones Asiáticas ocupan los primeros diez lugares entre los países con los penes más pequeños del mundo, los cinco menos dotados son:

1) Corea del Sur: 9, 66 cm

2) Corea del Norte: 9, 66 cm

3) Camboya: 10, 04 cm

4) Tailandia: 10, 16

5) India: 10, 24 cm

Estos cinco países también repiten puesto a la hora de los penes con menor circunferencia. En el ranking hay algunas sorpresas: si bien Francia está en el lugar 27 del listado de los penes más pequeños, es el país con la mayor circunferencia en miembros masculinos.

Para el orgullo latinoamericano, casi todos los países está entre los primeros 50 con el pene más grande. Si nos quedamos en los de habla hispana, España tiene los penes más pequeños. Claramente, los europeos siguen a los asiáticos en la poco honorable lista de los países cuyos hombres tienen el miembro más pequeño en promedio.

¿Crees que el tamaño importa o solo es un mito?
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jueves, 7 de enero de 2016

O melhor roteiro LGBT de Curitiba

O Brasil já é mundialmente reconhecido como um dos maiores destinos Gay Friendly (amigáveis para gays), de acordo com a Associação Brasileira de Turismo LGBT. Curitiba também está inclusa nessa categoria e possui muitos locais que são voltados exclusivamente para atender homossexuais ou que são frequentados por eles porque não oferecem nenhum tipo de preconceito. O Guia Gazeta do Povo foi a procura de alguns dos melhores bares, restaurantes, cafés e clubes gay friendly da cidade. Confira!

Baladas

O Bar do Simão já é um clássico na cidade. Com festas voltadas para o indie rock e eletrônico, a casa noturna tem um repertório que consegue abranger vários artistas novos e músicas inéditas, além de remix e mashups quase desconhecidos. O preço é amigável, fica entre R$ 7 e R$ 16, dependendo do dia da semana. O público é, na maioria, bastante jovem e o ambiente, com dois andares, é quase totalmente voltado para a pista de dança.

O James, outro famoso reduto jovem LGBT, começou como um bar heterossexual e dedicado ao rock. O lugar passou por várias reformas, aumentou, mudou de dono e agora é um dos melhores locais para o público gay dançar e paquerar em Curitiba. O repertório musical é voltado para o indie, rock e pop e os preços vão de R$ 15 até R$ 25 por pessoa, conforme o dia da semana.

Lado a lado com o James e o Bar do Simão, o VU Bar tem um perfil bem semelhante, mas com um preço mais em conta (na quarta-feira, a meia-entrada pode chegar a R$ 6). Focado no indie rock, atrai centenas de pessoas todos os finais de semana com suas festas especiais e drinks. Contando com um público majoritariamente jovem, com menos de 25 anos, lá a noite vai longe com muita música, dança e paqueras.

Já o Soviet é frequentado por um público um pouco mais variado, com idade média de 22 a 27 anos, e não exclusivamente homossexual. Com uma proposta alternativa, a casa combina diferentes estilos musicais nas suas duas festas fixas, do pop ao R&B, passando pelo indie rock e electro. Os preços variam entre R$ 15 e R$ 25, podendo ter variações nas festas especiais. DJs nacionais de destaque também pintam por lá vez ou outra.

O Wonka também mistura as faixas etárias e não é frequentado apenas por homossexuais. Lá, há festas dedicadas exclusivamente a gêneros musicais como samba e jazz, além de apresentações de bandas e leituras de poesias. Com um ambiente mais intimista, o bar tem sofás e salas reservadas, que permitem um momento de descanso quando você não está com vontade de se jogar na pista. O preço da entrada vai até R$ 15 e na quarta-feira é de graça a noite toda.

Baladas underground

A Cats Club, talvez a mais famosa boate gay de Curitiba, não é recomendada para quem tem pouca experiência com a noite LGBT. Já na entrada, você será recepcionado por Drag Queens. Há atrações como go-go boys, go-go girls, dança no poste, banheiros coletivos (não separa feminino de masculino) e cabines (quartos) privativos. A decoração e o conceito artístico do bar foram inspirados no famoso musical da Broadway, “Cats”, nos becos de Londres (especificamente os retratados no desenho animado "Turma do Manda-Chuva") e, claro, em gatos.

Na boate Black Box, a maior atração musical são os DJs da cena nacional e internacional. O repertório é dominado pelo gênero House e Techno e a decoração conta com um enorme lustre de cristais Swarovsky que fica logo acima da pick-up. O local tem um grande painel de LED onde são exibidas imagens abstradas e efeitos óticos interessantes, além de muitas luzes coloridas espalhadas pelo bar. O preço fica em torno de R$ 35 e varia dependendo do evento. Conta com cinco camarotes que podem ser reservados com antecedência.

O Side Caffe Bar, no centro, é um lugar descolado que mescla sons antigos e recentes. A área externa para fumantes e é o melhor point para interagir com as pessoas e paquerar. O público do Side é bem mesclado, incluindo travestis e drag queens e nos finais de semana a casa costuma ficar lotada. Dependendo do dia, o banheiro vira coletivo e uma sala ao lado costuma virar um dark room (quarto privativo) improvisado.

Cafés

O Café do Teatro é um estabelecimento antigo e com uma decoração psicodélica e interessante. Leva este nome porque fica próximo ao Teatro Guaíra e reúne muita gente envolvida com cultura. Lá, homossexuais e heterossexuais se misturam, em uma diversidade que contempla diversas faixas etárias. Apesar do jeito alternativo e moderninho, o local é um dos poucos na cidade frequentado por gays idosos, o que confere a ele uma característica única.

O Café Mafalda não é exatamente um lugar LGBT, mas com certeza é gay friendly. Tem um ambiente aconchegante, literário e uma decoração típica de bistrôs franceses com um ar contemporâneo. É um bom lugar para jantar, tomar um vinho ou um café e aproveitar a noite com tranquilidade. Também abre para o almoço, com buffet por quilo.
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miércoles, 6 de enero de 2016

Los mejores clubes de sexo gay en Sao Paulo año 2015

Una selección de los 3 mejores Clubes de Sexo elegidos por el público gay en el año 2015.

Blackout Club


Um dos mais tradicionais sex clubs do Brasil, o Black Out Club segue os mesmos moldes das casas de swing - só que para gays. Garantindo total sigilo aos clientes, a casa garante a realização das mais variadas fantasias.

Uma das atrações é american bar, com mesa de bilhar e barman. O clube também oferece programação temática e com dress code.
Sling, bar, snooker, labirinto, sala de TV com filmes pornôs, quarto escuro, área de descanso, sofás, cadeiras, pequeno palco.

O Blackout Club está mais para - ainda nos termos em inglês - um playground. E sexual!

A casa faz promoções no valor de entrada para determinados públicos ao longo da semana. E aí podem ser twinks, tatuados ou quem estiver de jockstrap, por exemplo. 

O bar fica como espaço para o social. Separado dos outros ambientes, aí é lugar da conversa. Pode-se ficar nu - como em todo o clube.

A área maior - com snooker e cadeiras - serve como prévia para entrada nos cômodos mais reservados, mas sem porta. Convites e voyeurismo têm possibilidade aumentada aqui. 

O título de área mais "quente", entretanto, vai para o labirinto, onde a a pegação é coletiva e sem pudor algum. Desde 2000.        

Largo do Arouche, 205, República. 


Segunda, terça, quinta e domingo, 17h às 23h; sexta, 17h à 0h; sábado e véspera de feriado, 18h às 5h.Segunda: R$ 15 (18 a 25 anos), R$ 20 (individual) e R$ 30 (dupla); terça: R$ 20 (nu), R$ 25 (18 a 25 anos ou até 19h), R$ 28 (individual) e R$ 50 (dupla); quinta: R$ 25 (18 a 25 anos ou até 19h), R$ 28 (individual) e R$ 50 (dupla); sexta: R$ 25 (até 19h consumação), R$ 30 (individual), R$ 60 (dupla consumação); sábado: R$ 25 (após 0h), R$ 35 (individual), R$ 60 (dupla consumação);domingo: R$ 25 (18 a 25 anos ou até 18h), R$ 28 (individual), R$ 50 (dupla).


Upgrade Club




O Upgrade Club promete um novo conceito em cruising bar. Localizado próximo à Praça da República, a casa conta com mais de 400m2 de área, distribuídos em dois andares.​

Além de saunas, chuveiros e bar, o clube inova ao ter serviços de internet, labirinto e até playground. Outra coisa bacana são os nude-barman, prontos para atender os seus desejos.

Galera até 24 anos e clientes cadastrados previamente no site têm descontos.

No primeiro piso do Upgrade Club ficam o vestiário e lounge com TV. No segundo piso, fica o bar - com cardápio com drinks, cervejas e refrigerantes e acesso à internet.

Também neste andar se localiza um labirinto. Nessa área de cruising com pouca iluminação há slings, cruz de Santo André e "cantinhos" com apoios bem propícios para quem quer fazer uma brincadeira e ao mesmo tempo ser visto. 

As festas Macholokos e Tropa de Elite fazem sucesso. Nelas, rapazes malhados e vestidos a caráter dançam e interagem com os clientes. Chega a se formar filas para poder ficar com os moços. 

A festa Leather Zone é opção para os fetichistas e a mensal Fisting Friday é tradicional dentre os praticantes de fist fucking.

Nudez obrigatória às terças e quintas. Massagem cortesia (de 18h às 21) de quarta à sexta. Barman interativo às quartas e quintas.

Rua Santa Isabel, 198, Vila Buarque. 


(11) 3337-2028 www.upgradeclub.com.br 

Terça a quinta e domingo, 17h às 23h; sexta e sábado, 21h às 5h.R$ 25 até 24 anos, R$ 30 cadastrados e R$ 37 (terça); R$ 27 até 24 anos, R$ 33 cadastrados, R$ 39 ou R$ 49 cons. (quarta e quinta); R$ 30 até 24 anos, R$ 36 cadastrados, R$ 44 (sexta e sábado);R$ 27 até 24 anos ou até 18h, R$ 33 cadastrados e R$ 39. Festas Macholokos e Leather Zone têm preços diferenciados.



RG Bar


O RG Bar é o primeiro bar naturista in doors do Brasil, o que quer dizer que lá, ficar sem roupas é regra. Mas atenção: há dias e eventos especiais, como a festa da cueca, onde o fetiche rege o dress code.

Sex club onde a regra é ficar totalmente nu, apenas com tênis, botas ou sapatos. Famoso pela noite Fist Club, aos sábados, para adeptos da prática.

Realiza outras festas temáticas, como para amantes de leather e para usuários do site de encontros Manhunt.

Além do despudor dos seus frequentadores, o RG Bar, bar naturista por natureza, merece destaque por seus "móveis sexuais" (mesas com desnível, cadeira inclinada, estofado redondo) e glory holes.

E esqueça cabines. É aos olhos dos outros que as coisas acontecem (e se ampliam). Prova disso é que o RG é um dos poucos sex clubs do Brasil onde, já ao entrar, você pode ser recepcionado com os frequentadores em plena ação! Ainda bem que você não está lá para resistir à tentação! 

Rua Rio Grande, 33, Vila Mariana. 


Domingo a sexta, 18h à 0h; sábado, 20h às 4h.R$ 35 (segunda a quinta) e R$ 40 (sexta a domingo). Segunda, terça, quinta, sexta e domingo: grátis 1 bebida (água, refrigerante ou cerveja). Quarta: grátis 1 bebida ou 1 massagem.
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sábado, 26 de diciembre de 2015

Los mejores bares gay del mundo


Los clubes nocturnos van y vienen, los que se consideran hot el día de hoy, mañana agonizan por atraer clientela. Sin embargo existen algunos a nivel mundial que se han mantenido en el gusto del público por su originalidad, buen gusto o fiestas extremas. A continuación te presentamos algunos de los mejores bares gay del mundo para que los pongas en tu mapa y los visites algún día.

The Abbey, Los Ángeles

Fue votado como uno de los mejores bares gay del mundo en el concurso TripOut Gay Travel Awards organizado por la cadena LogoTV. Con un historia de más de dos décadas, se ha consolidado por su buen ambiente, su excelente decoración y buen servicio. Es un lugar no solo para bailar sino también para comer delicioso, su restaurante es visitado por celebridades, turistas y locales.

Se ubica en West Hollywood y es frecuentado no solo por gays y lesbianas, sino también por sus amigos heterosexuales quienes experimentan su primera visita a un bar de ambiente. Es el lugar más trendy de la cosa oeste de los Estados Unidos.


692 North Robertson Boulevard, West Hollywood, CA 90069, Estados Unidos

The Week, Sao Paolo




Desde su apertura ha sido una de las discos más comentadas no solo de Brasil sino de Latinoamérica entera. Se extiende por casi 6,000 metros cuadrados en la zona de Lapa en donde miles de paulistas se reúnen cada fin de semana para disfrutar de sus dos pistas de baile, sus jardines, piscinas y área VIP.

The Week ha sido motor del cambio en la escena nocturna LGBT, un paraíso para los descamisados y “Circuiteros”. A lo largo de sus once años ha logrado expandirse a otras dos ciudades del país sudamericano: Río de Janeiro y Florianópolis. Ningún viaje a Brasil está completo sin una visita a esta disco.


Guaicurus, 324 – Lapa, São Paulo – SP, 05033-000, Brasil

The Royal Vauxhall Tavern, Londres

Es toda una institución en el ambiente LGBT del Reino Unido no solo por la trayectoria del Pub, sino también porque se aloja en un edificio catalogado como histórico por las autoridades londinenses.

Todos los días ofrece un tema diferente para divertir a la clientela: Presentaciones de comediantes, noches de cabaret, concurso para “Drag Queens” debutantes y las tradicionales tardeadas domingueras con sets de 10 horas de música continua con Dj’s residentes e invitados. No te lo pierdas si deseas experimentar un Pub inglés diferente.


372 Kennington Ln, London SE11 5HY, Reino Unido

Fly 2.0, Toronto




Muchos lo recuerdan como el Babylon de la serie Queer as Folk (si naciste en los 90’s corre a ver la serie hoy mismo). Un gigantesco espacio de tres pisos donde se han dado cita los mejores Dj’s del mundo. La fiesta empieza pasada la media noche y se extiende hasta las 5 de la mañana. La clientela es en su mayoría jóvenes en sus 20’s quienes no paran de bailar en toda la noche.

No es un lugar económico pero su espectáculo de Go go dancers y Drag Queens lo valen, si llegas antes de las 11 de la noche entrarás con un descuento. Visita su página para eventos especiales.


6 Gloucester St, Toronto, ON M4Y, Canadá

Berghain / Panorama, Berlín




Es la catedral mundial de la música Techno establecida en lo que antiguamente era una central eléctrica de Alemania del Este. Las colas para entrar son tan interminables como la fiesta en su interior. Aunque funciona todas las noches la verdadera acción se espera los fines de semana cuando abre sus puertas desde el sábado y no las cierra hasta el lunesa medio día.

Si te crees tan bueno como para aguantar ese nivel de desenfreno, debes saber que es visitado por personas de todas las preferencias sexuales quienes se entregan a sus más bajas pasiones en los cuartos obscuros esparcidos por todo el establecimiento.

Los videos y fotografías al interior están prohibidos (así de intenso es). Para que te des una idea de cómo es vivir esta experiencia, te dejamos pequeña probadita de sus instalaciones.


Am Wriezener Bahnhof, 10243 Berlin, Alemania

Le Queen, París

Un lugar súper trendy ubicado sobre Campos Elíseos, en pleno corazón de la capital francesa, Aunque entre semana está repleto de oficinistas, el fin de semana se da el lujo de contar con Dj’s reconocidos a nivel mundial.

Como todo en Paris más vale que lleves tus buenos euros porque el consumo no es barato, pero te garantiza una noche diviertida y quizá romántica en uno de los clubes más míticos de toda Europa.

79 avenue des Champs-Elysées, 75008 Paris


DJ Station, Bangkok




Es “la institución” de los clubes nocturnos gays en Asia, cuenta con tres pisos que se abarrotan todos los fines de semana. Si vas de ligue, más te vale darte una vuelta por el segundo nivel que es donde se da todo el “cruising” mientras que el primer piso está destinado a los shows y al baile.

Y como las Drag Queens parecen hablar el idioma universal, ahí les va un video del DJ Station

El club se encuentra al final del callejón Silom Soi 2 donde se localizan todos los bares gays de la ciudad, el precio de la entrada incluye dos bebidas de cortesía.


2/2 ถนน สีลม Silom, Bang Rak, Bangkok 10500, Tailandia

Evita, Tel Aviv




La capital de Israel es una de las ciudades más gayfriendly del mundo. A diferencia de otros lugares, en Tel Aviv la vida nocturna se lleva a cabo principalmente en “fiestas”, sin embargo el Evita se ha logrado mantener en el gusto de los israelitas y visitantes extranjeros.

Ya sea en el interior del bar o en las mesas colocadas en el exterior, es un buen sitio para ligar y enterarse de la movida y las fiestas en la ciudad.


Yavne St 31, Tel Aviv-Yafo, Israel

Como verás, el ambiente festivo se dan en cualquier punto del planeta. ¿Y tú ya has ido a alguno de ellos? ¿Cuál de los mejores bares gay del mundo te gustaría visitar? No olvides escribirnos tus comentarios y recomendaciones de otros lugares que posiblemente no hayamos mencionado. #nuncadejesdebailar

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Guía Gay de Montevideo

Desde hace algunos años, Uruguay se ha potenciado como destino gay friendly, con propuestas turísticas de alta calidad orientadas al sector LGBT. La mayoría de esas propuestas se concentra en Montevideo, una ciudad que cautiva al turismo gay con su diversidad cultural, su espíritu abierto y su vocación de servicio. La ciudad tiene mucho para ofrecer tanto turistas que llegan en soledad buscando diversión y nuevos vínculos como a las parejas homosexuales interesadas en conocer el lado más chic de Montevideo.

Eventos gay friendly en Uruguay

Septiembre es declarado el “Mes de la Diversidad” en Uruguay, donde se celebra la diversidad sexual a través de una gama de eventos también diversa. Entre las actividades más importantes está la multitudinaria “Marcha de la Diversidad” festejada el último viernes de septiembre lo largo de la Avenida 18 de Julio, desde laPlaza Independencia hasta la Plaza Libertad. El desfile, colorido y alegre, culmina con música en vivo y fiestas temáticas en los principales boliches gay friendly de la ciudad.

Boliches gay en Montevideo

Montevideo tiene tres discotecas ya tradicionales donde se concentra el público gay: la más antigua es "Caín" (en Cerro Largo y Arenal Grande), a la que concurren en especial los más jóvenes. Tiene una buena infraestructura, shows de transformistas y DJ reconocidos nacionales y extranjeros.

"Il Tempo" (en el Parque Rodó) y "Small Club" (Brandzen 2172, bis) trabajan en forma conjunta. La primera es una discoteca y el segundo un pub, estilo café concert, donde se puede cenar, tomar algo y es habitual hacer la denominada "previa" a la discoteca.

La otra discoteca es "Chains" (en Soriano 827), que cuenta con espectáculos de humor y transformismo.

"Estos son los lugares más exclusivos de la noche montevideana, aseguró Ariel Núñez, de Gay Travel Map (una guía de servicios para el turismo gay que se edita en varias ciudades de América), quien reside en Buenos Aires.

"Si tenemos que hacer comparaciones, que siempre son odiosas a mi parecer, podemos decir que la noche porteña dura toda la semana, cosa que no ocurre en Montevideo", donde la movida va de miércoles a domingo, comentó.

Núñez señaló que otro "movimiento importante que se está dando" es la movida teatral, "que en Buenos Aires cuenta con gran cantidad de obras temáticas". Agregó que en Montevideo "está empezando a armarse un movimiento teatral con obras autóctonas".

Turismo.

Uruguay capta una parte significativa del turismo gay de la región, hasta el punto que fue catalogado como el país "más amigable" para el turismo gay en América Latina y el sexto en el mundo por la revista Spartacus (referente mundial del turismo de Lesbianas, Gays, Bisexuales y Transexuales (LGBT).

Adrián Russo, representante de la Mesa de Turismo Friendly en el Conglomerado de Turismo de Montevideo, destacó la profesionalización del sector. "Hay más hoteles, más entretenimiento, mejor gastronomía, más oferta cultural" para ese segmento", dijo.

Según Ruso, las discotecas y pubs eran "una necesidad del colectivo" de tener lugar "donde no se viviera la discriminación que podía existir en otros lugares". "Hay mucha gente que se pregunta si una discoteca gay no está discriminando" a otro sector de la población. "Lo que pasa con esto es que la gente de la comunidad tiene un lugar donde estar tranquila con su pareja, sin que nadie les diga nada si se toman de la mano o se dan un beso", relató.

Agregó que él "no lo llamaría moda", pero "cada vez viene más gente heterosexual a bailar a lugares gay o gay friendly".

"Las chicas van a veces a lugares heterosexuales y los chicos las cargan o acosan; acá es más libre, vienen, disfrutan de la movida y listo", explicó.

"Creo que es otro punto de referencia. Antes había algunos lugares de heterosexuales donde la gente gay iba y se sentía bien, o iba directamente a un boliche gay. En este caso, el público heterosexual empieza a elegir el lugar gay por tranquilidad, más disfrute, porque dice que la gente es más divertida y libre. Eso también ha profesionalizado mucho y originado propuestas divertidas", sostuvo.

Ricardo Acosta es uno de los propietarios de "Caín", que en diciembre de este año celebrará 17 años de existencia. Dijo que el cambio más grande lo notó unos siete años atrás, "cuando Montevideo comenzó a identificarse con lo que venía de Europa, Estados Unidos o Buenos Aires, de salir del closet y de los derechos de los homosexuales".

"Empezó a haber una movida gay socialmente aceptada y valorada por los comerciantes", afirmó. Señaló que a "Caín" va también publico heterosexual. "Es un boliche hetero friendly. Antes quizás era más cerrado". La discoteca es uno de los lugares referentes para el turismo gay que llega al país. "Trabajamos con muchísimo turismo, en feriado largos y en vacaciones se llena de brasileños", que en general se informan antes de viajar sobre los principales centros de la movida nocturna gay.

Carlos Sarli, uno de los socios de Acosta, acotó que el fenómeno también se da desde el interior hacia Montevideo. "Empecé a darme cuenta de eso, de gente que viene a pasar el fin de semana para venir al boliche. Reservan hotel cerca y vienen del interior, donde no tienen muchas opciones". Contó que hay jóvenes que llegan con un bolso de ropa para cambiarse en el propio boliche.

"Si recorrés las discotecas, el espíritu que tiene una disco gay es totalmente libre. No está todo el mundo observando qué hacen los demás, como en una disco hetero, sino que cada uno hace lo que quiere. Esa es una característica que tiene `Caín` y a mucho público hetero le termina gustando eso de sentirse libre", agregó Sarli.

Tanto "Caín" como "Il Tempo" tienen previsto realizar fiestas hoy viernes, luego de la Marcha de la Diversidad

En tanto, una vez al mes se realiza la fiesta Zarp; el lugar varía en cada ocasión. Esta fiesta surgió de la iniciativa de dos amigos (Flavio Pazos y Raúl Almandós) de hacer algo distinto en la escena gay local.

"Notábamos la falta de propuestas para nuestros amigos y conocidos. Hace ya más de un año que nos encontramos con Raúl en un boliche y los dos poco conformes con lo que veíamos decidimos juntarnos y hacer esta fiesta". Debido al éxito que tuvo, "la gente nos pedía que hiciéramos otra, y así fue, que decidimos hacer una al mes. Intentando llevar a nuestros amigos a los mejores boliches o posibles locaciones de Montevideo", dijo Pazos.

La fiesta se hizo en W Lounge, Lotus y Plaza Arocena, entre otros sitios.

Marcha por la Diversidad

¡Ni un voto a la discriminación, los derechos no se bajan! es la consigna de la Marcha por la Diversidad que parte hoy a las 19:00 horas desde la Plaza Independencia y finaliza en la explanada de la Intendencia de Montevideo. Previo a la movilización, desde las 10:00 y hasta las 18:00, habrá 60 stands de artesanos y organizaciones sociales. La marcha se realiza desde 1993 y en los últimos años es de las actividades que más público convoca en Montevideo. La fecha se eligió fundamentalmente porque en septiembre surgieron las primeras organizaciones de la diversidad sexual en Uruguay. Los integrantes del colectivo Ovejas Negras prevén marchar con túnicas, significando la importancia de la educación y su transformación.

Saunas gay en Montevideo

Montevideo tiene algunas saunas exclusivas para gays, que funcionan como sitios de encuentro y espacios de relax: Horus Sauna (Julio Herrera y Obes esquina Soriano, domingos a jueves de 15 a 24, viernes y sábados de 15 a 8), Toronto Sauna Urban Spa (Tacuarembó 1531, lunes a viernes de 16 a 24, sábado y domingo de 16 a 2:00), Blue Cat Sauna (Democracia 1811, cerca de la Terminal Tres Cruces). Además de saunas, todos los establecimientos tienen bar, salas de relax y servicios de masajes y cabinas privadas.

Restaurantes gay friendly

En Montevideo existe una infinidad de lugares para salir a comer, donde los turistas gay más exigentes pueden disfrutar la mejor gastronomía en espacios libres y amigables. La Pasionaria combina sabores y diseño en su ecléctico local de Ciudad Vieja (Reconquista 587, teléfono +598 2915 68 52), donde coexisten un fresco restaurante, una boutique de diseño y una galería de arte.

Francis es uno de los restaurantes más sofisticados de Montevideo, ubicado en Punta Carretas (Luis de la Torre y José María Montero). Sirve exquisitos mariscos, parrilla de autor, pastas, platos mediterráneos y sushi. Don Koto (Colonia 1758, esquina Gaboto) es una propuesta acogedora donde sentirse como en casa y probar el clásico asado uruguayo. Las pastas, pizzas, cazuelas y postres caseros también brillan en el menú.

Alojamiento gay friendly en Montevideo

La Puerta Negra B&B es el primer bed & breakfast gay de Montevideo, orientado exclusivamente a hombres. De estilo hogareño, el hostal permite disfrutar en libertad todas las instalaciones de la casa, compartiendo vivencias con otros viajeros. Se ubica en un céntrico punto de la ciudad, en el barrio Palermo, Durazno 1525, esquina Salto.

En las afueras de Montevideo, a cien metros del mar en la Ciudad de la Costa, Our House Bed & Breakfast es una cómoda opción para parejas de la comunidad LGBT. Desayuno, piscina, jardín, transfers y recámaras bien decoradas son parte de los servicios de Our House, atendido por sus propios dueños, una pareja de hombres.

Hay otras propuestas gay friendly que si bien no son exclusivas para homosexuales, ofrecen todas las comodidades para una estadía placentera. Splendido Hotel es una excelente alternativa para vivir toda la movida cultural del Centro y la Ciudad Vieja, ubicado en Bartolomé Mitre 1314. Tiene agradables espacios comunes, cocina completa y habitaciones privadas y compartidas.
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lunes, 30 de noviembre de 2015

7 Lugares de Sexo Gay en DF México

El primer lugar es Un Depto en Viaducto.

Ubicación: Calzada de Tlalpan 458 Deptamento 1, Planta Baja. Metro Viaducto. Se encuentra junto a la Roticeria Molinos, es la reja del lado derecho, el timbre es el de hasta arriba.
Horarios: Los días son de Lunes a Sábado de 6:30pm a 10:30pm. Es indispensable llevar tu INE. Entran sólo hombres.
Cooperación: La cooperación es de Lunes a Jueves de $50
y los Viernes y Sábados de $70. ESTO SI LLEGAS ANTES DE LAS 8PM. Después de esa hora, sube $20.
Mécanica: La mecánica del lugar es que llegas, te cambias, pones tus cosas en una bolsa numerada (la cual va al guardarropa), entras y a coger. Según el día es la modalidad, los Martes, Jueves y Sábado es de Bareback
Bebidas: El costo de tu cooperación incluye: el acceso, y bebidas (agua, refresco, y jugo). En caso de querer bebidas alcoholicas, el costo por vaso es de $30 (Hay cerveza, tequila, vodka, etc).
Tipo de Gente: El tipo de gente es muy variado. NO HAY DISCRIMINACIÓN POR NINGÚN TIPO, ya que puede entrar un joven, un maduro, etc. Hay gente musculosa, delgada, etc. HAY PARA TODOS LOS GUSTOS.
El lugar es muy bueno. Yo lo recomiendo ampliamente. Los días que mejor se ponen son los Jueves, Viernes y Sábados. 

Segundo lugar es Camino Verde Ciudad Universitaria

Es un legendario lugar de encuentros gay en el sur de la Ciudad de México, paraíso al aire libre tanto para estudiantes del mismo Campus como para visitantes externos. Es un lugar donde puedes saciar tus más bajos instintos.
Lugar: El lugar se encuentra cerca del Metrobús Ciudad Universitaria (en el croquis se muestra un rectángulo de puras flechas que indican cómo llegar al antiguo camino verde, pues ese rectángulo blanco es el nuevo camino verde) está enfrente de la facultad de trabajo social.
Formas de llegar: Por metrobús, bajando en la estación Ciudad Universitaria, bajando de la escalera de caracol lado derecho, hay una estación de comida. y a ladito esta camino verde.
Por metro, llegas a la estación Ciudad Universitaria Línea 3 del metro, y tomas un Pumabús ruta 2 ó 4. Preguntas a los estudiantes del lugar. Y pides te bajen en la parada de Metrobús CU, y a ladito esta camino verde.
IMPORTANTE: Toda persona con ganas de coger puede entrar, El público habitual son estudiantes universitarios. Es recomendable llevar sus condones y lubricante, con el fin de prevenir enfermedades de transmisión sexual. Al ser al aire libre, no hay cobro. Es importante ser limpios y no dejar condones y llevarnos nuestra basura.
Dinámica: Entras, y empiezas a escanear el lugar y a los visitantes. En caso, de que se gusten, ustedes ya saben qué hacer: COGER.
Días: TODOS LOS DÍAS A CUALQUIER HORA. Pero se pone mejor los días Jueves, Viernes, Sábados de 8pm a 12pm.

Tercer lugar es el Cine Savoy

Dirección: Calle 16 de Septiembre, casi esquina con Eje Central. Estación más cerca San Juan de Letrán
Costo y Horarios: Abren toda la semana, el costo es de $40, a excepción de los miércoles que es de $30. El horario es de 10am a 9pm
Dinámica: Pagas, entras, hay dos salas, la de la parte de abajo es heterosexual, pero de lado izquierdo hay una escalera que te lleva a la sala gay. Ahí puedes sentarte y masturbarte, o dar rondines por la sala, y buscar que te la mamen o coger.
Puede entrar cualquier persona. Lo que más abunda son señores mayores de 40 años. Sólo mayores de edad, con INE
Los mejores días son en fin de semana, después de las 3pm. Te puedes deslechar más de 3 veces.

El cuarto lugar de encuentro es La Cantina El 33

El lugar es un bar/cantina ubicado en el centro de la Ciudad. Es un lugar para distraerse un rato, pasarla bien, y ¿porqué no? para coger y dar unas buenas mamadas.
Ubicación: Esquina de Eje Central y República de Perú 19. Metros más cerca Garibaldi y Bellas Artes.
Horarios: Los horarios son desde 3pm a las 11am del siguiente día. Abren de Miércoles a Domingo, pero lo mejor son los Viernes y Sábados pasada la mediancoche ya que llega de todo: Jóvenes, Maduros, Travestis, Mujeres, Bugas, etc. 
Precio: El lugar no cobra cover, sólo tienes que consumir. Las chelas están en $25 y las caguamas en $75. 
Dinámica: Entras, consumes, y subes al cuarto oscuro. Puedes hacer de todo, desde mamar, que te la mamen, coger, y lo que quieras. 
En lo personal me gusta ir, porque la música tú la pones, ya que hay una rockola. Hay show Travesti, y show de sttrippers. Y lo mejor, el cuarto oscuro, que se pone muy bueno. 

El quinto lugar de encuentro es el Tom´s Leather Bar 

Es un lugar de encuentro ubicado en la Condesa. Un poco al sur de zona rosa, sobre la Avenida Insurgentes. Un lugar destinado al sexo clandestino en su espacioso cuarto oscuro. 
Dirección: Insurgentes Sur No. 357, Colonia Hipódromo Condesa. Entre Metrobús Sonora y Campeche 
Horarios y Días: De Martes a Domingo de 9pm a las 3am
Precios: Los precios del cover son variados según el día y la fiesta temática. Este cover incluye un determinado número de cervezas. El costo varía de $150 a $250.
Concepto: El concepto del bar es de un ambiente medieval como de piratas, está conformado de cuadros y banderas de todo tipo. Tiene pantallas gigantes reproduciendo porno gay. El lugar cuenta con 2 pisos. Es un lugar más destinado a ligar y pasarla bien. Ir al cuarto oscuro y tener sexo oral, anal, etc. Tus fantasías se pueden hacer realidad, hay orgias!!!! SÓLO EL CUARTO OSCURO ES DESTINADO PARA ENCUENTROS GAYS. Hay shows de strippers.
Sólo se permiten la entrada a hombres mayores de edad, con INE en mano. No hay discriminación en cuanto a edad, situación económica o racial. Es un lugar de hombres y para hombres gays.
Es un lugar muy bueno, y muy recomendable. Recuerden protegerse. 

El sexto lugar de encuentro es El Club Antifaz

Es un laberinto oscuro sobre Eje Central, donde puedes satisfacer tus bajos instintos. 
Dirección: Eje Central Lázaro Cárdenas No. 130, segundo piso. A un lado del parque Vizcaínas y el Hotel Virreyes, saliendo del metro Salto del Agua línea 8, color Verde, dirección Garibaldi, es una marquesina negra con el No. 130, y sube al segundo piso y tocas el timbre. Hay un interfon abajo, en la entrada del edificio así que para accesar al edificio tendrán que tocar el interfon y ellos les abrirán, es por seguridad.
Horarios y Días: De Lunes a Domingo de 9am a las 11pm
Precios: El precio es de 60 pesos, el cual incluye la entrada y un locker para guardar tus pertenencias.
Un condón te cuesta 20 pesos, y la cerveza 25pesos. No hay agua, refresco o jugo gratis, todo se vende.
Concepto: El concepto del Club Antifaz es un laberinto oscuro, donde caminas y encuentras a hombres, con los cuales puedes entrar a unas de sus “cabinas”, para satisfacer tus necesidades.
Cuenta con un “bar” donde te puedes sentar a tomar una cerveza o cualquier líquido que te vendan. Cada día se manejan temáticas o eventos, en los cuales puedes entrar desnudo o con un tipo de calzón, estos eventos no se respetan porque cada quien entra como quiere, HASTA CON PANTALONES.
Sólo se permiten la entrada a hombres mayores de edad, con INE en mano. No hay discriminación en cuanto a edad, situación económica o racial. Es un lugar de hombres y para hombres gays.
Es un lugar bueno. En lo personal, me pareció agradable el lugar, pero le falta que inviertan en infraestructura, y ambientación. Se debeN de respetar las temáticas que se manejan, y no permitir la entrada de aparatos electrónicos o de ropa al lugar.

El séptimo lugar de encuentro es El Lollipop Bar

Dirección: Calle Amberes 14, Cuauhtémoc, Ciudad de México, D.F. Metro y metrobus más cercanos: Insurgentes 
Horarios y Días: De Jueves a Sábado de 9pm a 3am 
Precios: El precio es de 40 pesos, el cual incluye la entrada al lugar. Las bebidas tienen diversos precios, desde la clásica cerveza de 35 pesos, hasta el trago de 80 pesos, o la botella de 700 pesos.
Concepto: El concepto del bar es que cuenta con 3 niveles, en el primer nivel hay un karaoke, en el cual puedes sacar tus dotes de cantante, este nivel se abre desde las 9pm, el segundo nivel es más popero/electro en el cual puedes escuchar las clásicas cantantes pop: Madonna, Beyoncé, etc, este nivel se abre desde las 10:30pm. De igual forma, hay show travesti y de strippers en determinada hora
Y el último nivel que cuenta con una terraza, se pone música más tropical (salsa, cumbia, etc), este nivel se abre desde las 12am. En el último nivel es donde está el lugar que nos interesa, un cuarto oscuro o “dark room” como se le llama cuando van extranjeros. Es chico, pero se puede hacer de todo, está del lado izquierdo de la barra. Si no lo ubican, pueden preguntar a los meseros que están. Ellos les dirá cuál es
Sólo se permiten la entrada a hombres y mujeres mayores de edad, con INE, cartilla militar, u otra identificación oficial en mano. No hay discriminación en cuanto a edad, situación económica o racial. Es un lugar abiertamente LGBT.
Es un lugar bueno. En lo personal, me pareció agradable el lugar, varios conceptos en un sólo lugar
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viernes, 13 de noviembre de 2015

Promiscuos

La mayoría de mis amigos heterosexuales conocen todos los puteríos de Buenos Aires y sus esposas (salvo vos que me estás leyendo, no te preocupes) son cornudas. Cuando uno de mis amigos me contó que había ido por primera vez a un club swingger y empezó a describirme con lujo de detalles sus nuevas y apasionantes aventuras, no me aguanté más:
—Y después ustedes dicen que los promiscuos somos nosotros, ja ja
Yo estaba de novio en ese momento y no necesitaba a nadie más que a mi chico, y con eso no quiero decir que eso esté bien, mal, mejor o peor. Nada. Le pregunté entonces a mi amigo:
—¿Pero en los swingger no tenés que ir con tu mujer? ¿Cómo la convenciste?
—No, boludo. ¿Cómo voy a llevar a la mamá de mis hijos a un lugar así? ¿Estás en pedo? Levanté a una puta y llegamos a un acuerdo: le pagué y después, adentro, cada uno hacía la suya, pero tenía que decir que era mi novia —me explicó. Su novia terminó en la cama con otra que decía ser la esposa de alguien. Mi amigo hubiese querido que lo dejaran participar.
—Yo la quiero, vos sabés. Es la mujer de mi vida. Pero el hombre necesita variedad, ¿entendés? —me dijo otro amigo, como si pidiera disculpas (¿a mí?) por cornearla a la esposa, mientras me explicaba por qué se volteaba a una compañera del trabajo y a una minita que había conocido en el cumpleaños de otro amigo y a una ex novia del secundario y a…
Imaginate: cuando escucho que los gays somos promiscuos, me da mucha risa.
Hay cosas que no pueden negarse. En muchos boliches gays hay un dark room, túnel, pasillo, baño o algún lugar destinado pura y exclusivamente a tener sexo. Pagamos la entrada del boliche, bailamos un poco y, antes de que la noche entre en decadencia, estamos ahí. La pista de baile comienza a vaciarse y la testosterona llama a la testosterona, allá, donde está oscuro y nadie sabe cómo se llama el otro. He ido cientos de veces a boliches hétero y no conozco ninguno que tenga túnel. Quizás haya alguno, pero sería una rareza. Es un hecho.
Sin embargo, también es un hecho que la mayoría de los boliches gay sin túnel son casi exclusivamente gay: hay hombres que buscan hombres, una que otra lesbiana, una que otra mejor amiga, una que otra hermana, algún hétero-con-dudas y pensando qué hacer. Los boliches gay que tienen túnel, en cambio, están llenos de hombres y mujeres heterosexuales. Cada día hay más, al punto que uno ya no sabe a quién se puede encarar. Y ahí están, una pareja gay al lado de una pareja hétero, compartiendo el cogedero sin prejuicios de ningún tipo. Pagan la entrada para eso. A veces, los de un grupo se pasan de cerveza y quieren experimentar un poco cómo es del otro lado, pero eso es ooootro tema. El dark room de Amerika es todo un experimento sociológico, sobre todo después de Cromañón, cuando cambió de lugar y dejó de ser exclusivo para hombres. Si nunca lo viste, ni te lo imaginás.
Después de un tiempo, he llegado a la conclusión de que entre un varón gay y un varón heterosexual hay menos diferencias que lo que mucha gente piensa. Ellos ven a la rubia tetona y las hormonas les explotan. Nosotros vemos al chongo con cuerpo de futbolista y nos lo queremos comer. Ellos piensan en sexo. Nosotros pensamos en sexo. Ellos saben que si se acercan a la rubia tetona y le proponen ir al telo, así, de una, quizás termina mal, por más que la rubia se muera de ganas. Nosotros sabemos que si el chongo se muere de ganas, nos va preguntar si vamos en auto o en taxi, nada más.
La diferencia, al final, es que a las mujeres les enseñan desde chicas a resistirse al embate sexual de los hombres, como si fuera peligroso y sucio. Las cosas cambiaron mucho en el último siglo, pero aún queda una barrera importante, que cuesta atravesar. Es parte del ritual que a ellos tanto les molesta y, a la vez, tanto los tranquiliza. Ellas muestran que no son “fáciles”. Ellos hacen de cuenta que las respetan y quieren algo más que sexo. Ellas fingen que les creen. Simulación, machismo, ceremonial y protocolo. Hoy es más fácil que hace una generación, pero todavía sigue habiendo una distancia entre el hombre y la mujer heterosexual. Entre dos tipos es más fácil. No hace falta fingir: los dos queremos lo mismo y queremos que el otro lo sepa.
—A mí las minas fáciles no me gustan. No me casaría con una que se entrega al toque —me dijo otro amigo una vez, el mismo que conoce puteríos y clubes swingger por toda la ciudad. Cuando se encara a una mina está desesperado por llevársela a la cama, pero si ella le dice que sí sin dar vueltas, le pierde el respeto. Necesita que ella se resista y, después de mucho trabajo, convencerla.
¡Y ellos dicen que las histéricas son ellas!
Admitámoslo, nos gusta variar de camas, a héteros y gays. Algunos preferimos llevar chicos y otros prefieren llevar chicas, pero la parada final es la misma. A nosotros se nos hace más fácil, porque nuestros eventuales blancos de cacería también están ahí queriendo cazar; sólo hace falta que las miras se crucen. La famosa promiscuidad gay no es otra cosa que promiscuidad masculina.
Pero los gays también queremos, a veces, ser Susanita. Nos enamoramos y hacemos cosas que pensábamos que no haríamos, como escribir cartas de amor o llevarle flores a nuestro chico. Cosas que mis amigos heterosexuales también hacen con sus novias. Y cuando nos enamoramos somos celosos, somos fieles, somos celosos, somos infieles, somos celosos. Y queremos pasar la Navidad juntos y cenar en la casa de sus padres y tomarnos vacaciones en una playa semivacía y rodeada de verde y soñar cómo sería estar juntos toda la vida y casarnos y ser felices y comer perdices y todas esas cosas. A veces, pese a todas las piedras en el camino a contramano, conseguimos algo parecido. Y entonces no necesitamos ir a los túneles — o vamos juntos, ¿cuál es el problema? El amor también nos iguala, así como el sexo, a héteros y gays. Somos más parecidos de lo que mucha gente piensa. Pero convengamos que nuestra ruta no está en las mismas condiciones, aunque en los últimos tiempos haya mejorado mucho, al menos en nuestro país. La autopista heterosexual viene con papá y mamá recibiendo a su futura nuera con fideos con tuco.
“¿El año nuevo lo pasamos juntos?”, “No puedo, lo paso con mis viejos. Me gustaría que vengas, pero sabés que ellos no saben”. “Si querés podés venir a la fiesta, pero sos mi amigo, eh”. “Cuando lleguemos al barrio, disimulá”. Todavía me acuerdo de esa noche, en casa de mi amigo. En el departamento que compartía con su novio desde hacía dos años y pico. Era el cumpleaños. “Si querés venir con tu novio, todo bien, pero no seas evidente, eh, que están los amigos del negro que no saben. Oficialmente, soy un compañero con el que comparte el alquiler”, me dijo. Y ahí estaba mi amigo, muriéndose de ganas de darle un beso a su novio en su cumpleaños. Y los amigos del novio sabían, ¡obvio!, y se cagaban de risa. La cama matrimonial era indisimulable.
Algunos, pese a todo, lo consiguen. Se bancan las miradas hasta que desaparezcan por acostumbramiento o las desafían con miradas más fuertes, orgullosas, o mantienen una rutina de disimulos y engaños cotidianos que les permitan preservar su intimidad de los prejuicios de los demás. Otros siguen navegando por la noche, eternamente jóvenes. Y están los que se rebelan contra ambos mandatos: el del armario y el de la monogamia, y arman parejas abiertas o tripejas o relaciones múltiples, o lo que tengan ganas.
—Él sabe que yo tengo sexo con otros y yo sé que él también lo hace, pero la regla es no contarnos nada.
—Él sabe que yo tengo sexo con otros y yo sé que él también lo hace, pero la regla es contarnos todo.
—Nunca dos veces con el mismo. Nunca doy mi teléfono. Novio tengo uno solo, lo demás es diversión.
—Fuimos al boliche, nos levantamos un chongo y lo llevamos a casa.
—Nosotros somos fieles a las reglas de fidelidad que establecimos entre los dos.
¿Cuál es el problema?
Muchos de mis amigos heterosexuales no hacen esas cosas con su mujer sólo por dos razones: porque es “la madre de sus hijos” (¿…?) y debe, por lo tanto, ser una santa —sea lo que sea que eso signifique— y porque ella jamás aceptaría. (Eso creen ellos. Eso esperan. Porque a ellos les gustaría que ella aceptara, pero si ella aceptara no se lo bancarían). Por eso buscan otras que estén dispuestas a hacer lo que a la esposa le está vedado — por ellos. Manga de histéricos.
Dicen que los gays somos promiscuos. Yo creo que somos varones que no necesitan fingir.
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